O Professor e Coordenador do Curso de Publicidade da Estácio/SC, Diego Moreau nos diz o que é o @kommbo:
“O segredo do bom professor é saber aprender. Na verdade, ensinar é um grande aprendizado. E isso só acontece quando há troca de conhecimento. O Kommbo é um curso intensivo pra quem quer ficar por dentro do que rola na internet e no mercado. E, exatamente como numa faculdade legal, você ainda encontra pessoas incríveis para conversar. Eu, para aprender, vou no Kommbo.”
Diego Moreau
O nome dele é Cristiano Souza, mas todos o conhecemos pelo seu username nas redes sociais, Catupiry. O criador das montagens mais divertidas nas madrugadas do Twitpic também vai no Kommbo.
” O @kommbo é uma festa para interagir, a balada 2.0. Todos tem os mesmos interesses e muitos tem ideias pra trocar, o que faz do Kommbo tão especial. Fui em duas edições da festa e sempre me diverti muito! Fiz grandes amigos e parceiros. A galera da Zerotrack está de parabéns, irei sempre que puder.”
Há algum tempo, temos falado nos nossos canais de comunicação sobre o Drumbeat. A hashtag #drumbeat, inclusive, tem acompanhado nossa divulgação da próxima edição do Kommbo Express, nosso encontro batuta de comunicação. Além disso, no último final de semana, o Xande participou do Drumbeat – SP e nos relatou sua participação aqui. Hoje, apresentamos alguns motivos para acreditarmos e apoiarmos o projeto.
O Drumbeat é composto de projetos práticos e eventos locais que reúnem pessoas inteligentes e criativas em torno de grandes idéias, para resolver problemas e construir uma web aberta para os próximos 100 anos. A idéia é lançar um movimento. O primeiro passo disso é chamar e aglutinar pessoas em torno do mesmo ideal, com habilidade e criatividade para manter a Internet Livre. Professores, advogados, artistas, contadores, marceneiros e desenvolvedores web, enfim… qualquer um que use e se preocupe com a Internet.
A web é o mais poderoso veículo de comunicação, além de ser uma ferramenta perfeita de comércio, educação, ativismo, cultura, etc. Seu alcance global permite que pessoas conectadas ao redor do mundo troquem, compartilhem, desenvolvam projetos coletivos e recrutem militantes para as mais distintas causas. Transformar esse território com uma espécie de “estado de sítio” é prejudicial na organização destas manifestações e tolhe a prática de aperfeiçoamento dos seus recursos.
Usando as palavras da Mozilla, criadora do Drumbeat: é preciso”proteger, melhorar e cultivar a natureza aberta da Internet”.
Muitos tem questionado o interesse da Mozilla com a criação do Drumbeat. Antes de levantarmos críticas a respeito, é importante que relembremos a importância que a comunidade global teve no desenvolvimento da Open Web no mundo, com a criação do Firefox há 5 anos, o navegador livre, de código aberto [40% do código é escrito por voluntários], usado por mais de 330 milhões de pessoas no mundo. Além disso, a Mozilla é uma organização de benefício público, isto é, seu objetivo final não são os lucros, mas a melhora da experiência online das pessoas ao redor do mundo, de acordo com a instituição da Mozilla Foundation. Pra isso, suas ações encorajam e fomentam projetos que também tenham a visão de mundo voltada a tornar a internet melhor pra todos. Os canais de comunicação da Mozilla são transparentes e deixam claras as formas de conduzir suas ações. Informações interessantes podem ser encontradas no seu about, no blog da Comunidade Mozilla no Brasil e na seção Mozilla de Perto do site oficial.
Levando em consideração a forma histórica de atuação da Mozilla, o Drumbeat apóia projetos que venham de encontro a estas premissas.
Você também pode ajudar a construir a Wiki do Drumbeat.
“Fui no Kommbo achando que era um “encontro de tuiteiros” e a experiência se mostrou bem mais do que isso: Uma potencialização presencial das redes sociais. Este fenômeno fica por conta dos amigos, dos amigos dos seus amigos que vão se conectar com os amigos dos amigos da sua rede, expandindo-a ainda mais.
O Kommbo é uma boa oportunidade de conferir o tom de voz, figurino, gestos e principalmente as idéias expontâneas (sem edição) dos avatares que você está acostumado a ver no seu dia-a-dia na tela do computador ou celular. Materializem-se, nicknames!”
O designer suíço Vincent Pasquier, criador da logo da Zerotrack, grande amigo e participante de outras edições do Kommbo também falou pra gente sobre a sua participação no encontro.
“Quando recebi meu convite pro KOMMBO do pessoal da @zerotrack, fiquei muito empolgado. Afinal, era um “Pokapratika” no mundo maravilhoso das redes sociais, apesar de já participar ativamente de algumas. O mais interessante de tudo foi encontrar as pessoas com quem me identificava, ou discordava, ao vivo.
Osso e carne, olhos, palavras e principalmente cérebros e muita inteligência.
Quanto ao tal do “FonFon”, sou totalmente “On” e é para isso que o @kommbo é uma oportunidade única de ENCONTRO entre seres humanos que normalmente compartilham nas nuvens digitais! Estarei lá de certeza, no sábado!”
O Jorge é um dos amigos que sempre prestigiam o @kommbo, além de estar sempre disposto a colaborar conosco, participando de nossos encontros, nos visitando na casa amarela…
Ele também nos conta como é a sua experiência em participar.
“Quando Fui ao Kommbo a primeira vez foi uma experiência totalmente única, encontrei pessoas das mais diversas profissões e vários estudantes interessados em tecnologia. Além disso, encontrei muitos que partilhavam da minha visão de que “a tecnologia é um meio de transformação e não um fim em si” (@tiagomx), e acabei por passar a noite toda trocando experiências com pessoas com conteúdo e atitude, fiz vários amigos e até fechei um negócio. Enfim, é um encontro maravilhoso que entrou definitivamente na minha agenda.”