Kommbo #drumbeat: como foi

Publicado em 29 de junho de 2010 por ascatia, na categoria Kommbo.

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Sábado, dia 19 de junho, depois da 15ª edição do EDTED, ocorreu a 6ª edição do Kommbo, o encontro de comunicação digital com gente batuta, organizado pela Zerotrack Inteligência Digital.

O evento foi realizado no Let’s Rock, na Lagoa da Conceição e, como sempre, reuniu pessoas interessadas e interessantes do cotidiano das mídias sociais, web, comunicação e cultura de Santa Catarina. A noite foi regada a conversas informais sobre internet livre, sistemas operacionais, design, usabilidade e liberdade de expressão, acompanhadas de sinuca, comidinhas, bebidas e uma pista de dança fervendo ao som dos DJs Edu Galvani, Paulera e Cói Werner.

O tema deste ano do Kommbo #drumbeat foi Internet Livre e os bate-papos sobre privacidade, propriedade autoral e compartilhamento de informações rolavam em várias rodas de conversa. O Drumbeat é uma iniciativa da Mozilla Foundation, composta de projetos e eventos locais que reúnem pessoas em torno de idéias, como construir uma web aberta. A idéia é lançar um movimento aglutinador de todas as pessoas que utilizam, desenvolvem e defendem uma internet livre.

Segundo Alexandre Santos e Silva, um dos organizadores, “foi muito bacana reencontrar velhos amigos e conhecer pessoalmente outros tantos, num ambiente descontraído e sem a necessidade de papéis, prazos e pressões, além de discutir idéias bacanas sobre software livre, internet livre, mercado, sistemas operacionais, idéias para um mundo melhor, cauda longa, free, Deleuze, Foucault, vegetarianismo e Iron Man… e porque não dizer que foi ótimo comer, beber e dançar com uma galera super do bem”.

Da blogueira de Balneário Camboriú ao coordenador do MBA em Marketing Digital do Rio de Janeiro, os participantes saíram satisfeitos com a “festa geek” e a oportunidade de materializar avatares tão próximos pelo dia-a-dia online.

Clique para ver mais fotos do Kommbo #drumbeat

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Palavra de quem já foi no Kommbo: @dauroveras

Publicado em 18 de junho de 2010 por ascatia, na categoria Participantes.

participantes  | Palavra de quem já foi no Kommbo: @dauroveras

“Você ainda não foi ao Kommbo? Então vá. Foi o que eu disse a mim mesmo, parodiando um certo baiano, quando me balançava na rede do quintal. Há coisas que compensam deixar a preguiça de lado. Pulei da rede e caí noutra, tão boa quanto. O @kommbo é uma oportunidade rica pra encontrar gente pela primeira vez como se fosse um reencontro – o
que de fato é. Passei a noite reconhecendo avatares e conversando com pessoas legais sem a restrição dos 140 caracteres. Em cada canto, novas sinapses se formando em torno dos temas mais variados. Projetos colaborativos, ativismo online, software livre, zonas temporárias autônomas, cinema, música… Ou simplesmente o prazer de jogar
conversa fora, dançar, conviver, brincar. Momento privilegiado pra ver como a fronteira artificial entre “vida online” e “vida real” não faz qualquer sentido. No Kommbo, entre velhos brothers e amigos novos, me senti em casa.

E você, já foi?

Então vá.”

Dauro Veras

Jornalista, roteirista e zen-redista

@dauroveras

dveras em rede

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Palavra de quem já foi no Kommbo: @ascatia

Publicado em 18 de junho de 2010 por ascatia, na categoria Participantes.

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“Lembro de acompanhar as palestrinhas do Tiago e do Alberto, no Kommbo de 9 de Julho, ano passado, via streaming [aqui e ali]. Aquelas discussões sobre desconstrução/construção do digital me renderam alguns bons dias de reflexão e o universo das mídias sociais passou a representar mais do que redes sociais para cultivar amizades. O Flickr, os blogs, o Twitter, o Facebook e demais não lugares não eram mais os mesmos. A partir daquelas discussões, a aproximação com “o pessoal da casa amarela” foi se tornando mais estreita, com papos constantes e apaixonantes.

Em 11 de Setembro, acompanhada do meu melhor amigo, andei 483 kilômetros de Novo Hamburgo [RS] até Floripa para derrubar torres de chopp no Kommbo + Twestival, materializar @ tão queridas e entender mais de perto como eram essas nuances comunicacionais. O resultado foi uma nova e instigante área de atenção.

Dessas relações, cultivadas principalmente pelo Twitter, surgiu o novo: há um mês, faço parte desse coletivo, vivendo e fazendo das mídias sociais meu trabalho, ao lado de uma puta equipe, cheia de idéias, colaborativa, unida, apaixonante. De mala e cuia!”

@ascatia

Garotas Nerds

Gurias Agridoces

Me Adiciona

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Palavra de quem já foi no Kommbo: @joaomdm

Publicado em 18 de junho de 2010 por ascatia, na categoria Participantes.

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” O @kommbo é a oxigenação que aguardamos a cada ano. Depois de horas, dias e meses de chats buscando perceber a comunicação de hoje, a devora constante e diária de feeds, a sobrecarga no radar fisiológico de trends… chegamos ao encontro de gente batuta. Um momento agradável, onde podemos conhecer, entender, aprender e descarregar o contêiner pessoal de impressões sobre o a vida digital. O melhor de tudo é que você retorna para casa com esse contêiner carregado de novidades.

Ah, e a pistinha também sacode violentamente!

Longa vida ao Kommbo!

DIY, mas compartilhe! :D ”

João Marcelo Donadel de Moraes

Cafundó Estúdio Criativo

@joaomdm

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Palavra de quem já foi no Kommbo: @gasaki

Publicado em 18 de junho de 2010 por ascatia, na categoria Participantes.

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Gabriel Kindermann [aka @gasaki] é desenvolvedor web da Zerotrack. Foi a partir do Kommbo que a sua vinda para o nosso coletivo se consolidou.

“O @kommbo é um evento bacana para tomar cerveja com os @ que você tanto se comunica, mas nunca tinha visto ao vivo. Além de se divertir, lá você pode acabar colhendo alguns frutos, dependendo de qual sua posição. Eu, por exemplo, consolidei contato com estas duas grandes figuras que depois me incluíram neste “coletivo horizontal anarquista empresarial” onde me orgulho de trabalhar há 8 meses.”

Gabriel Kindermann

Gasakism

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Palavra de quem já foi no Kommbo: @tatato

Publicado em 18 de junho de 2010 por ascatia, na categoria Participantes.

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Renato Carneiro, ou @tatato para os amigos, colaborador do blog Geração Internet também nos falou sobre o Kommbo.

“Difícil descrever o @Kommbo como apenas um tipo de evento. Até o termo “multimídia” me soa muito aquém de tudo que acontece e que o Kommbo representa. O nicho do Kommbo vai muito além de TI, comunicação, web e mídias sociais. Os assuntos de interesse são os mais diversos e arrisco dizer que não possuem limites para tal.

Foi no Kommbo que revi alguns e conheci novos amigos. Pessoal que é difícil discorrer sem me prolongar.

Neste sábado, as expectativas são as melhores possíveis, pois já sei que ampliarei ainda mais meu círculo de amizades e conhecerei pessoas antes apenas contatadas via web.

Um bom papo, uma boa música e por que não, uma boa bebida, para um grande encontro de amigos.”

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Palavra de quem já foi no Kommbo: @neiducca

Publicado em 18 de junho de 2010 por ascatia, na categoria Participantes.

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Ela é uma quase-ex-cybertansa que adora fazer sorrisos. A cirurgiã-dentista Edneide de Souza Almeida, ou @neiducca, para os íntimos, participou da 5ª edição do @kommbo [não esquecemos do seu delicioso feijão de côco do pós-kommbo] e nos conta porque vai participar também da próxima…

“Há mais de um ano conheci o microblog através da Liloca. Nunca mais saí e, confesso-me, hoje, uma twitter-adicta. O Kommbo veio como uma excelente consequência. Participei num sabadão chuvoso e fatídico 11 de setembro. As torres que derrubamos, nessa noite, foram as das amarras e impossibilidades da comunicação. Mesmo não sendo (ainda) uma blogueira, vivo, quase intensamente, as redes sociais como a melhor forma de me informar e de me relacionar.

O Kommbo é um grande encontro do real, a verdadeira possibilidade de materializarmos  aqueles com quem nos identificamos ( Concordando ou não. Caetaneei, agora).

Ou seja, o Kommbo é uma das formas mais bacanas de ver e pensar o mundo.

Uma #putafaltadesacanagem se você não participar do Kommbo.”

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Palavra de quem já foi no Kommbo: @diegomoreau

Publicado em 18 de junho de 2010 por ascatia, na categoria Participantes.

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O Professor e Coordenador do Curso de Publicidade da Estácio/SC, Diego Moreau nos diz o que é o @kommbo:

“O segredo do bom professor é saber aprender. Na verdade, ensinar é um grande aprendizado. E isso só acontece quando há troca de conhecimento. O Kommbo é um curso intensivo pra quem quer ficar por dentro do que rola na internet e no mercado. E, exatamente como numa faculdade legal, você ainda encontra pessoas incríveis para conversar. Eu, para aprender, vou no Kommbo.”
Diego Moreau

@diegomoreau

Perdi essa Aula

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Palavra de quem já foi no Kommbo: @catupiry

Publicado em 17 de junho de 2010 por ascatia, na categoria Participantes.

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O nome dele é Cristiano Souza, mas todos o conhecemos pelo seu username nas redes sociais, Catupiry. O criador das montagens mais divertidas nas madrugadas do Twitpic também vai no Kommbo.

” O @kommbo é uma festa para interagir, a balada 2.0. Todos tem os mesmos interesses e muitos tem ideias pra trocar, o que faz do Kommbo tão especial. Fui em duas edições da festa e sempre me diverti muito! Fiz grandes amigos e parceiros. A galera da Zerotrack está de parabéns, irei sempre que puder.”

@Catupiry

Bule Voador

Bobagento

Testosterona

Porra, Lost

Dormiu

Tumblr

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Drumbeat: porque acreditamos

Publicado em 17 de junho de 2010 por ascatia, na categoria Internet Livre.

Há algum tempo, temos falado nos nossos canais de comunicação sobre o Drumbeat. A hashtag #drumbeat, inclusive, tem acompanhado nossa divulgação da próxima edição do Kommbo Express, nosso encontro batuta de comunicação. Além disso, no último final de semana, o Xande participou do Drumbeat – SP e nos relatou sua participação aqui. Hoje, apresentamos alguns motivos para acreditarmos e apoiarmos o projeto.

O Drumbeat é composto de projetos práticos e eventos locais que reúnem pessoas inteligentes e criativas em torno de grandes idéias, para resolver problemas e construir uma web aberta para os próximos 100 anos. A idéia é lançar um movimento. O primeiro passo disso é chamar e aglutinar pessoas em torno do mesmo ideal, com habilidade e criatividade para manter a Internet Livre. Professores, advogados, artistas, contadores, marceneiros e desenvolvedores web, enfim… qualquer um que use e se preocupe com a Internet.

A web é o mais poderoso veículo de comunicação, além de ser uma ferramenta perfeita de comércio, educação, ativismo, cultura, etc. Seu alcance global permite que pessoas conectadas ao redor do mundo troquem, compartilhem, desenvolvam projetos coletivos e recrutem militantes para as mais distintas causas. Transformar esse território com uma espécie de “estado de sítio” é prejudicial na organização destas manifestações e tolhe a prática de aperfeiçoamento dos seus recursos.

Usando as palavras da Mozilla, criadora do Drumbeat:  é preciso”proteger, melhorar e cultivar a natureza aberta da Internet”.

Muitos tem questionado o interesse da Mozilla com a criação do Drumbeat. Antes de levantarmos críticas a respeito, é importante que relembremos a importância que a comunidade global teve no desenvolvimento da Open Web no mundo, com a criação do Firefox há 5 anos, o navegador livre, de código aberto [40% do código é escrito por voluntários], usado por mais de 330 milhões de pessoas  no mundo.  Além disso, a Mozilla é uma organização de benefício público, isto é, seu objetivo final não são os lucros, mas a melhora da experiência online das pessoas ao redor do mundo, de acordo com a instituição da Mozilla Foundation. Pra isso, suas ações encorajam e fomentam projetos que também tenham a visão de mundo voltada a tornar a internet melhor pra todos. Os canais de comunicação da Mozilla são transparentes e deixam claras as formas de conduzir suas ações. Informações interessantes podem ser encontradas no seu about, no blog da Comunidade Mozilla no Brasil e na seção Mozilla de Perto do site oficial.

Levando em consideração a forma histórica de atuação da Mozilla, o Drumbeat apóia projetos que venham de encontro a estas premissas.

Você também pode ajudar a construir a Wiki do Drumbeat.

Mais sobre o Drumbeat – SP:

Esfera – Saldo do Drumbeat SP

SB Virtual – De onde vem a batucada?

internet  | Drumbeat: porque acreditamos

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